O QUE ACONTECE QUANDO PRATICAMOS DESPORTO?
A compensação de perdas hídricas antes, durante e depois do esforço físico deve ser uma das principais preocupações do desportista, independentemente do grau de exigência da actividade.
Hidratando-se adequadamente, repõe-se o que foi perdido pela sudorese e evitam-se câimbras, fadiga muscular, choques térmicos, tonturas e outros problemas.
- O exercício físico desencadeia a produção de calor corporal. É através da eliminação de água por evaporação, ou seja, do suor, que o nosso corpo controla este “aquecimento” do organismo.- Aumento da circulação sanguínea nos músculos, de modo a responder ao aumento da necessidade de oxigénio.
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Desidratação progressiva, devido às perdas de água e de sais minerais, provocadas pela transpiração.
Se as perdas não forem compensadas, a nossa capacidade de praticar exercício físico diminui e pode haver hipotermia e desidratação. Em média, as perdas de água por transpiração variam entre 0,5 e 2 l por hora, em função do tipo de exercício físico.
PERDAS DE ÁGUA DURANTE O ESFORÇO FÍSICO
Varia de pessoa para pessoa, em função de alguns factores:
- condições individuais;
- natureza, esforço e duração do exercício;
- forma física;
- roupa utilizada.
- condições ambientais: humidade do ar, temperatura, velocidade do vento.
O QUE BEBER E QUANDO BEBER
É portanto necessário beber água antes, durante e após a prática de exercício físico.
CONSEQUÊNCIAS DA PERDA DE ÁGUA PARA OS DESPORTISTAS
- Diminuição do volume sanguíneo em circulação diminui, na mesma proporção da perda de água.
- Aumento da pressão arterial, a frequência cardíaca, o que limita o desempenho desportivo.
Uma melhor hidratação resulta, portanto, num melhor desempenho cardiovascular e termorregulador. Esta rehidratação necessita de substâncias simples como água mineral natural, que é a bebida mais bem adaptada à maior parte dos casos.
Outros textos que analisámos dizem que:
O sangue se torne mais espesso, obrigando assim o coração a trabalhar mais do que deveria normalmente Ainda por cima, dado que ao nos exercitarmos ainda perdemos mais líquidos do que no resto do tempo, esta situação é potenciada nesses períodos de tempo, consequências:
“[o sangue] fica mais espesso resultante da perda [de] parte plasmática (essencialmente água) e a consequente redução do volume sanguíneo leva a que para cobrir as mesma necessidades o sangue tenha de correr mais rápido (daí a utilidade de dar plasma a quem tem hemorragias).”
O esforço extra, ainda que apenas em situações extremas, é o risco de ataque cardíaco e AVC devido ao aumento da possibilidade de formação de coágulos por causa ao espessamento do sangue.
Manter um nível de hidratação adequado, obviamente. No fundo resume-se a isto: beber água de forma a não ter sede.
Deve começar-se por beber água algum tempo (2 a 3 horas) antes do início do exercício físico e deve manter-se a ingestão deste precioso líquido, durante todo o período de exercício, em intervalos de 15~20 minutos.
E O QUE SE DEVE BEBER?
Para sessões de exercício curtas, a bela da água é o suficiente, tal como para actividades leves, como alongamentos e caminhada por menos de uma hora, musculação e atividades anaeróbicas também não necessitam de reposição de sais, sendo a água a melhor .
Para sessões de exercício prolongadas (mais de uma hora) alguns autores defendem que se deverão beber "bebidas energéticas" (p.ex., Gatorade, Powerade, Isostar, etc.) para repor minerais e hidratos de carbono, exercícios físicos aeróbicos prolongados, como triatletas e maratonistas, e para amadores que praticam atividades aeróbicas como corrida e futebol.
No entanto há quem não o defenda:”As bebidas energética actualmente no mercado estão desiquilibradas pois ao pretender cumprir duas funções (Reposição energética e reposição de electrólitos) quando estão certas para uma estão desequilibradas para a outra.”
Mantenha-se hidratado!



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